Comecei fazendo sites e sistemas internos numa concessionária de saneamento em Campos dos Goytacazes. Foi ali que entendi que software bom é o que resolve o problema de quem usa, não o que tem a stack mais bonita.
De lá para cá, fui para o backend e para o mercado financeiro. Na SGBr, construí com mais um engenheiro o backend de uma plataforma bancária do zero, que virou uma instituição de pagamentos. Na Teddy Open Finance, trabalhei em microsserviços de crédito consignado integrados a bancos como Banco Pan, BRB, Caixa e Semear, onde um erro não é um bug, é dinheiro errado na conta de alguém.
Gosto de problemas com consequência: integrações que precisam funcionar às 3 da manhã, filas que não podem perder mensagem, deploys que não podem derrubar nada. Me preocupo com arquitetura, mas não a ponto de travar a entrega. Escrevo código para o próximo dev entender, e documento o que foi decidido e por quê.